Sobre Roger Soares Fotografia e Arte - São Paulo - SP

Sobre o Artista

Bem vindo ao mundo do Roger, um escritor da luz

Resumir quem somos realmente é uma tarefa difícil para mim. Como espremer mais de 40 anos de vida em algumas linhas ? Pois bem, se você chegou até aqui é porque gostaria de me conhecer.....bora lá !!!

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Eu descobri na fotografia um grande poder, que é "congelar o tempo, contar histórias, despertar desejos e muitas vezes emocionar no mais completo silêncio. Sim, eu sou fotógrafo". Essa frase me define e criei em um dia muito inspirado.

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Desde meus primeiro dias, minha mãe uma amante da fotografia ( e entre nós, muito ruim de foto) registrou todos os meus passos. Minha primeira foto é aos 7 dias de vida, sobre uma mesinha, coberta com uma mantinha macia. Eu acredido que os anjos da guardam tenham me segurado ali, é sério. A mesinha era muito estreita, fui colocado, minha mãe se afastou e CLICK. Desde a primeira foto a emoção começou a fazer parte da minha vida.

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E fui crescendo sempre com minha mãe sendo a "fotógrafa oficial" da família. Sim, em todas as festinhas estava ela lá com sua câmera compacta. Aquelas dos tempos de filme, que não tinha zoom e possuíam um flashzinho bem fraquinho que só iluminava quem estava bem pertinho. E mesmo assim, hoje, temos centenas de álbuns de fotos reveladas em 10x15cm.

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Foram com essas recordações que me dei conta de quão importante para nossas memórias é a fotografia. E são justamente essas minhas memórias impressas que hoje compartilho com meus filhos. Eles riem muito quando me vêem magro, cabeludo, gordinho e careca. Inclusive já chegaram a perguntar se realmente era eu naquelas fotos.....ah Nícolas e suas pérolas.

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Então culpem minha mãe por essa paixão de registrar tudo, a culpa é de dna Benê. E foi isso mesmo que foi acontecendo. Eu fui me encantando cada vez mais com a câmera e seus resultados. Aos 14 anos comprei minha primeira câmera manual da marca russa Zenit, 12Xp. Um chumbo pra carregar, mas que me permitiu aprender muito, uma porque seus recursos eram tecnicamente escassos. Aprendia, ou aprendia.

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Estudei Artes Gráficas nas Escolas Senai Theobaldo de Nigris, na Moóca. Puxa, que época gostosa. Entrávamos às 7h e saíamos às 16h. Foram os 5 anos de mais aprendizado que tive, sinceramente. Os instrutores muito queridos e uma gestão que fazia de tudo para que as coisas acontecessem. Até um Festival de Música eu ajudei a organizar em um sábado que rolou sob uma chuva daquelas. De 1994 a 1998 todos os dias, estava eu lá me vislumbrando com o universo da Cores, das Quadricromias, Pantones, das Luzes (olha elas me perseguindo).

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Obstinação faz parte da minha vida, desde minha criação até agora. Quando eu quero, vou atrás até dar certo. Na Shellmar Embalagem Moderna aprendi tudo sobre edição e tratamento de imagens, fundamentos sobre cores na prática, disciplina, respeito e ética. Tive o prazer de trabalhar com um time sensacional, colegas queridos e respeitados até hoje no segmento de pré-impressão gráfica. Conhecida também como indústria convertedora. Eu era o responsável em fazer o tratamento e retoque nas imagens de alimentos que chegavam a nós, de grandes estúdios fotográficos do Brasil.

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Em 1999 meu chefe me perguntou.....vc não vai trocar esse carro não ? Eu disse não, vou fazer faculdade ! ! ! Aí o velho pirou.....poxa, como assim. Uma das coisas que aprendi na indústria e na vida é: CORRA SEMPRE ATRÁS DOS SEUS SONHOS, pois muitos não vou compartilhar deles com você. E já em agosto deste mesmo ano eu comecei o Curso de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi, campus Moóca.
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Ah, faltou uma informação super importante, ia me esquecendo de te contar. Eu também amo a música. Comecei a estudar piano aos 12 anos, mas com o Senai, acabei parando. Mas segui por minha conta, tocando no grupo de jovens da igreja. Nossa perdi a conta de quantos encontros e retiros eu fui. Não tocava lá aquelas coisas, mas para um jovem como eu na época, era o máximo ajudar no canto nas missas com corais e também com pequenas bandas, eu sempre no teclado. Cheguei a tocar com o Padre Marcelo Rossi em 1998 pouco meses antes dele se tornar "celebridade".

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E foi justamente a música que me fez trancar a faculdade por um ano. Vejam como são as coisas, paixões são perigosas.....rsrsrsrs...mas valeu a pena. Com a indicação do Padre Michelino Roberto, fui estudar no Conservatório Ernesto Nazareth. Foi um ano muito intenso, Artes Gráficas de dia e música a noite, mas consegui aproveitar cada aula que tive tanto em canto, como piano. Como ainda tinham dois dias na agenda, resolvi arrumar mais um compromisso, aprender violão e ninguém melhor que com o mestre Robson Miguel. Ele tinha uma escola em Santo André, e lá estava eu com a semana inteira comprometida com a música. Ao término deste ano de estudos musicais, eu então resolvi voltar à universidade. Precisava focar em algo profissionalmente mesmo. E a música até hoje faz parte da minha vida e sempre fará. Amo muitooooooooo !

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Foram as aulas de fotojornalismo na faculdade que conquistaram de vez meu coração à fotografia. Lá eu pude conhecer os mestres da fotografia documental, histórica e jornalística. Nomes como Henri Cartier-Bresson o olhar do instante decisivo / Sebastião Salgado um brasileiro que levou a Serra Pelada para o mundo / Annie Leibovitz uma mulher muito a frente do seu tempo, de estéticas e conceitos perfeitos / Ansel Adams e suas paisagens exuberantes em milhares de tons de cinza / o retratista ímpar Richard Avedon / o fotojornalista Robert Capa que trouxe as atrocidades da guerra na primeira metade do século XX / Helmut Newton um inovador sobre o olhar da moda e sensualidade / Robert Doisneau e sua rica e fantástica fotografia de rua pelas ruas de Paris / Pierre Verger um francês que se doou ao Brasil e foi um dos mais expoentes a estudar e publicar sobre o povo negro da Bahia e a África / W. Eugene Smith outro fotojornalísta incrível / Dorothea Lange, uma repórter corajosa e muito plástica, que disputou espaço em uma era que só homens tinham direitos e privilégios e a linda Vivian Maier, artista que só foi descoberta após sua morte. Teve uma vida simples, mas criou arte na história da fotografia. Esses foram alguns dos mestres em que procurei beber e sempre bebo um tiquinho a mais em minhas pesquisas. Creio que como profissional, devo sempre me espelhar naqueles que fizeram história nessa arte em que eu atuo, e esses citados são apenas alguns do vários artistas que a fotografia mundial já teve.

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Meus caros amigos, e foi assim que a FOTOGRAFIA foi me conquistando. De lá pra cá, atuei brevemente como fotojornalista, prestei serviços à grandes assessorias de imprensa e editoras, como a Globo. E bebi muito de cada oportunidade que tive, da fotografia documental aos produtos comerciais. Eu não conseguiria te responder qual segmento eu GOSTO mais. A fotografia como arte e profissão é muito AMPLA e me dá a liberdade de viver a cada dia uma nova experiência. Por que eu a resumiria em um só segmento? Mercado, sim, talvez. Agora, quanto a vontade de aprender e compartilhar, essa nunca se esgota.
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Mas agora eu quero que você mesmo confira minhas galerias, meu olhar e meu amor que envolve e abraça tudo isso que eu escrevi para você.

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Eu desejo do fundo do meu coração que possamos compartilhar amores, paixões e negócios pelo bem nas nossas memórias e recordações. Assim como as minhas foram importantes para minha vida, quero que minha fotografia seja parte da memória da sua família e também da sua empresa, por que não?

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Fique a vontade para me chamar aqui no whats, não sou celebridade não tá.....rsrsrs... sinta-se em casa e até breve ! Obrigado por estar aqui comigo.